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II Festival Internacional de Perfopoesía de Sevilla, “La Revuelta Sureña”

II Festival Internacional de Perfopoesía de Sevilla, “La Revuelta Sureña”

¡Ya está aquí de nuevo LA REVUELTA SUREÑA!


Del 16 al 22 de febrero de 2009 se celebrará el II Festival Internacional de Perfopoesía de Sevilla, “La Revuelta Sureña”, donde traeremos figuras Nacionales e Internacionales del mundo de la edición, la performance y la poesía. A través del Festival intentaremos ofrecer una visión actual de las últimas tendencias en edición literaria y poesía escénica.


Tendremos TALLERES DE EDICIÓN, CONFERENCIAS Y MESAS REDONDAS, RECITALES de figuras como Bruno Galindo, Carlos Ann, Leopoldo Mª Panero, David González, Francisco Aliseda, Antonio Gómez, Jesús Aguado,…, PERFORMANCES en las calles de Sevilla de la mano de Gracia Iglesias, el grupo Kuku-Bazar, MAE (Museo de Arte Extemporáneo)..., y cómo no, la ya casi tradicional CABALGATA POÉTICA y las noches de POESÍA BARETERA, con recitales en locales de la ciudad de poetas como Ana Pérez Cañamares, Lluis Pons Mora, Ignacio Escuín, Pere Sousa, …

Además este año contaremos con el SALÓN DE LA BIBLIODIVERSIDAD, un espacio en el que se mostrarán todo tipo de ediciones de Arte de todo el Mundo, junto a editoriales de poesía como DVD, Visor, Ediciones Trashumantes,…


Este año la Poesía Invitada será La INDIA.


¡No te lo puedes perder!

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Festival Perfopoesía Sevilla
Las Noches del Cangrejo
CREA. estudio compartido de artistas plásticos

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As feiras do libro polo camiño que van ...

As feiras do libro polo camiño que van ...

Parece que los modelos de ferias del libro siguen cuestionándose ante la evidencia de lo inadecuados que suelen resultar para cumplir los objetivos deseados (¿por qué no empezar por ahí, por definir los objetivos?) Miremos los distintos modelos que sí estan funcionando, que aunque pocos, los hay. Son modelos dispares, y sin embargo cumplen aceptablemente sus objetivos. Lo que me sigue sorprendiendo es la obstinación del sector, libreros incluidos, en no prestar atención suficiente hacia las ferias y su potencial, o bien hacerlo como fenómeno menor y local con el que hay que "cumplir" una vez al año.

En conValor encontramos otra interesante reflexión sobre las ferias del libro. En Galicia y en Euskadi se están cuestionando los modelos. Esta vez nos remite a Xosé Antonio Perozo, en A nosa Terra:

As feiras do libro foron un bo invento para sacar os libros á rúa cando as librerías eran pouco menos que templos sagrados do saber. Estabamos seguros de que a maioría da xente non lía por temor ou vergonza a entrar no establecemento, por non sentirse á altura da sapiencia do libreiro ou dos clientes cualificados. Sacar o libro ás rúas converteuse nunha teima salvadora e, moito máis, poñer o libro galego diante da mirada dos paseantes.

Hoxe existen librerías nas que os clientes fan cola para pagar. O libro está nas grandes superficies e tomaron as rúas expostos nas trincheiras dos miles de quioscos. Ó mesmo tempo, as feiras do libro foron perdendo interese e atractivo. Convertéronse en simples filas de casetas con moreas de títulos reiterados en todas elas. A chamada dos autores para asinar exemplares adoita ser un reclamo cativo e, aínda que o volume de negocio ás veces poida ser rendible, o evento máis semella un mercadillo de ocasión que unha digna aposta polo libro como soporte de cultura e de saber.

Hai que ser valentes e dicir que culturalmente non paga a pena o esforzo de programar, subvencionar e publicitar as feiras do libro polo camiño que van. Están culturalmente mortas. Hai que arriscar e procurar alternativas imaxinativas, imprimirlles ás feiras un selo de prestixio social e sacalas do reduto do tendeiro que amosan. Non lle debemos pechar a porta a ningún tipo de libro nin lingua, pero en primeiro lugar faise necesario apostar polo libro galego con decisión e en segundo polo libro en xeral como obxecto de valor. Se non é así, que peche o último en saír e tire a chave ó mar.

La opinión de Saramago sobre la Feria del Libro de Lisboa

Más sobre la Feria del Libro de Lisboa. Nos lo traía Pó dos Livros desde Público.

Nobel da Literatura descontente com “caos” da organização deste ano
Saramago sente que pavilhões diferenciados na Feira do Livro promovem discriminação
18.05.2008 - 14h41 Lusa

O Prémio Nobel da Literatura, José Saramago, lamentou hoje que a Feira do Livro, em Lisboa, tenha sido adiada "sine die" e criticou a possibilidade de existirem pavilhões diferenciados, alegando que isso é diferenciar as classes.

"É lamentável que tenha sido adiada, não se sabe para quando", disse o escritor português no final de uma visita à exposição "José Saramago. A Consistência dos Sonhos", onde esteve a acompanhar o realizador brasileiro Fernando Meirelles, que dirigiu o filme "Blindness", uma adaptação do seu romance "Ensaio sobre a Cegueira".

Referindo-se à autorização para pavilhões diferenc

iados, Saramago criticou a "diferença na apresentação dos livros de qualquer editora". "Não me parece bem. Se nos pavilhões cabiam as pequenas e as grandes editoras, podiam continuar a caber", defendeu o Nobel da Literatura. Para o escritor, esta "não foi uma boa solução" porque "abre portas a uma espécie de caos". José Saramago caracterizou a Feira do Livro como uma "festa democrática", onde a existência de pavilhões diferenciados e eventualmente "imponentes", "exibe uma diferença de classes".

No sábado, a direcção da União dos Editores Portugueses (UEP) anunciou que a Feira do Livro, no Parque Eduardo VII, vai receber pavilhões diferenciados e poderá abrir ainda no final da próxima semana. "O grupo LeYa pode instalar pavilhões de modelo diferente dos tradicionais. A decisão foi tomada na noite de sexta-feira, depois de uma reunião de mais de seis horas. Falta apenas assinar segunda-feira esse acordo", afirmou Carlos Veiga Ferreira, da direcção da UEP.

A Associação Portuguesa de Editores e Livreiros (APEL) recusa no entanto que o acordo esteja já firmado: "As negociações começaram sexta-feira e estão ainda a decorrer. Não há nenhuma decisão tomada", afirmou à Lusa Alexandra Melo da APEL.

No centro da polémica - que levou a Câmara de Lisboa a suspender a montagem dos pavilhões e a adiar a abertura da feira, inicialmente prevista para a próxima quarta-feira - estava a recusa da APEL em autorizar pavilhões diferenciados para o grupo LeYa, que detém algumas das editoras com mais autores nacionais (Dom Quixote, Caminho, Oficina do Livro).

La duración de la Feria del Libro del Lisboa

Leemos esta interesante reflexión en Blogtailors, que nos la trae desde la librería lisboeta Pó dos Livros:

«21 dias de feira do livro. Não quero fazer o papel de coitadinho, mas é demais…Não é bom para quem trabalha na feira, que normalmente faz desse trabalho uma extensão do seu emprego para ganhar mais uns trocos e que por causa disso fica sem folgas durante um mês. Não é bom para os editores, que vêem as despesas acrescidas com custos de pessoal e não são compensados com as vendas miseráveis durante os dias de semana. E não é bom para os livreiros (porque impedidos de participar na feira por causa de uma cláusula inventada pelos editores da APEL, que diz: não se pode vender o mesmo livro em dois stands diferentes), que não vendem durante mais de um mês e mantêm as despesas. Não é bom para os livreiros, editores e distribuidores, porque a diminuição das vendas de livros nas livrarias se prolonga muito para além da feira.

Será bom para o público?

Uma certeza eu tenho: tantos dias de feira e o exagero nos descontos praticados (muitas vezes sem ter em conta a lei do preço fixo) servem para criar a percepção, entre o público, de que, durante o resto do ano, o preço dos livros se baseia na especulação, não dependendo do seu custo real.

Proponho: apenas duas semanas de feira do livro e abertura às 10 horas da manhã durante os fins-de-semana. Tempo mais que suficiente para que se realize a festa do livro e para que o público consiga disponibilidade para lá se deslocar»

Recomendamos también algunos de los comentarior realizada a esta entrada en Blogtailors, entre otros:

  • "Sinceramente não percebo o que é que os livreiros estão à espera para partir para a ofensiva e bater onde doi mais: nos subsídios. E formem uma associação independente. A não ser que queiram mesmo morrer uma morte não tão lenta como isso"( Rui Pedro Lérias)
  • "Essa é que é a grande questão. Os livreiros (à excepção das grandes redes livreiras e de uma ou outra livraria independente)estão nessa posição porque querem e porque não têm sabido organizar-se num movimento associativo autónomo. Aliás, nem sequer têm sido capazes de se modernizar apesar de uma Lei do Preço Fixo do Livro criada há mais há cerca de 20 anos especialmente para os proteger das grandes superfícies. Têm-se posto a jeito na posição de elo mais fraco e as editoras agradecem".(Serafim Gonçalves)

Las lecturas internas y comparaciones las dejaremos para otro día, aunque... seguro que en los grandes congresos profesionales se debaten a fondo estos temas, ¿no?.

Por cierto, hay quien se pregunta si no "sería ya momento de generar un gran foro de reflexión o congresual de todo el sector del libro" (ConValor).

Ferias del libro fuera de lugar

Ferias del libro fuera de lugar

Leemos un interesante artículo de Pedro Aparicio en Diario Sur titulado Fuera de lugar. Interesante, en primer lugar, porque habla de librerías y de ferias del libro. Buen e infrecuente punto de partida; volvemos por tanto a preguntarnos para qué sirve una feria del libro. Hay en el artículo una frase que llama especialmente la atención: "(...)Por eso no acabo de entender la llamada ’Feria del Libro’, ese invento que, cada año, sustituye fascinantes y climatizadas librerías, por diminutas casetas situadas junto al estruendo del tráfico y bajo un sol de justicia. ¿Qué misteriosa fuerza empuja a un ciudadano que nunca entra en una librería, a comprar libros en un tenderete instalado en la vía pública?(...)". ¿Será esa una de las claves para que no funcione una feria? Me refiero a que cumpla los requisitos que enumera el articulista (pésimos espacios, ruido, tráfico, clima torturador,...). Algunas opiniones hemos conocido últimamente sobre estas cuestiones, sobre el sentido y contenido, racionalidad del espacio, comunicación, etc.

César Coca, en Divergencias apuntaba algo en lo que venimos insistiendo; el asunto es definir el modelo, o mejor dicho, los modelos (realidades diferentes=modelos diferentes). Lo que sí deberían ser comunes son las reflexiones y sus procedimientos.

En palabras de César Coca:"(...)Y qué decir de las ferias del libro. Tengo la impresión de que hay que empezar a replantearse el modelo. Todas siguen más o menos el mismo, con dimensiones diferentes, claro. Bilbao no es Madrid y el montaje del Retiro sería impensable aquí. Pero tengo dudas serias acerca de la eficacia, en términos económicos y culturales, de las ferias tal y como hoy día se organizan. No me pregunten cómo creo que debería hacerse. No lo sé. Sólo temo que el modelo tradicional de feria está agotado o próximo a agotarse.(...)"

Reproducimos el artículo completo de Pedro Aparicio en Diario Sur:

"Hay comercios que podrían cobrarnos la entrada pues visitarlos es una fiesta; a este grupo pertenecen las librerías. Me refiero a aquéllas que merecen tal nombre, las que cumplen los requisitos mínimos de espacio y respeto a los libros. Me gusta un libro más que cualquier objeto imaginable. Más que una pipa, un violoncello, una estilográfica o un cuaderno, por citar algunos de mis antiguos amores. Los libros contienen cuanto merece la pena: belleza, fantasía, pensamientos, razón, emociones. El placer que me ha dado cada uno empezó en la librería donde lo compré. Entrar en el uterino ambiente del local, recorrer sus ordenadas secciones, respirar el olor industrial del papel impreso, acariciar los tentadores lomos, descubrir el libro que parecía esperarnos fueron momentos irrepetibles que quedaron unidos para siempre a cada libro.

Por eso no acabo de entender la llamada ’Feria del Libro’, ese invento que, cada año, sustituye fascinantes y climatizadas librerías, por diminutas casetas situadas junto al estruendo del tráfico y bajo un sol de justicia. ¿Qué misteriosa fuerza empuja a un ciudadano que nunca entra en una librería, a comprar libros en un tenderete instalado en la vía pública? Quizá la misma que, en una ciudad con iglesias habitualmente vacías, reúne en la calle a cien mil personas tras las imágenes de Semana Santa. Me temo que, en ambos casos, los respectivos «lugares habituales» -librería y templo- actúan como elementos disuasorios.

Muy diferentes son algunas instalaciones permanentes para la venta de libros antiguos o de ocasión. En las de Estrasburgo o Basilea podría pasarme una semana, ajeno al resto del mundo. La madrileña Cuesta de Moyano cumple esa función, aunque sin la nobleza y espaciosidad de las mencionadas. Tampoco niego la utilidad literaria y empresarial de las grandes ferias internacionales. Así que queda claro que no estoy contra el ’modelo Frankfurt’ de feria del libro, sino contra el ’modelo Valdepeñas’, es decir docena y media de esmirriadas casetas de mercadillo ¿en un país como España, donde la industria editorial supera el 1% del PIB!

Además de por su monumentalidad, valoro las ciudades por otros atractivos mayores: cafés, librerías, aceras y silencio (tetralogía que explica lo bien que me encuentro en las ciudades suizas). En el factor librerías, París, Londres, Milán, Nueva York y Buenos Aires son insuperables. En las de Berlín, mis limitaciones lingüísticas nunca me han dejado disfrutar plenamente. En la librería ’Filigranes’ de Bruselas, suena siempre un concierto para piano de Mozart y en la inmensa sección de novedades hay una acogedora barra donde reparten té y café. Las librerías de Madrid, ¿ay!, se están batiendo en retirada. Cada vez que una librería se convierte en un MacDonald, un teatro en un cine y un acantilado en una playa, me siento muy desdichado.

En algún caso reconozco el misterioso atractivo de lo ectópico. Hay cosas que separadas de su escenario ’lógico’ resultan excitantes. Por ejemplo, un cuarteto de cuerda en una calle peatonal, un buen restaurante a bordo de un tren, un lance erótico en un ascensor... Si me preguntasen cuál es mi campo de fútbol preferido, no cambiaría la calle Padilla de Madrid -escenario de mis partidos infantiles- por el estadio de Maracaná. Las áreas eran poéticas e imaginarias y nuestros amontonados abrigos de postguerra señalaban las porterías.

Otros lugares, por el contrario, son insustituibles. Sobre todo las librerías. Espero no vivir ya, cuando cierre la última. Quizá entonces lo único rentable será una Feria del libro permanente en cada ciudad pero, hasta que eso ocurra, seguiré fiel a mis queridas librerías. Grandes, sabias, silenciosas, climatizadas. El mejor lugar donde pasar la mañana de un sábado."

 

Feria del Libro (¿?) de Elche

Leemos y nos sorprendemos con el siguiente artículo publicado en Información.es de Elche. Sin comentarios, o casi. No me resisto a  citar una de sus frases: "Los visitantes destacan que la feria no tiene nada que ver con las librerías, cada cosa tiene su momento."

CULTURA

La Feria del Libro vuelve al Paseo de la Estación sólo con un puesto

JOSÉ A. MAS Los aficionados a la lectura tienen hasta el próximo 15 de junio la oportunidad de pasear, ojear y realizar sus compras en la Feria del Libro de Elche que vuelve a estar ubicada en el Paseo de la Estación. Desde tan sólo dos euros el único puesto que este año ha acudido a Elche ofrece ejemplares que no ya no encuentran en las librerías. Ediciones descatalogadas y libros para coleccionistas a precios bastante interesantes componen la atractiva oferta de este año.
La cita cultural cuenta con ejemplares para todos los públicos. Hay obras infantiles, juveniles y para adultos de todos los géneros aunque predomina la novela histórica. Una de las vendedoras, Salome Alfonso, explicaba que "la feria ofrece libros desde 2 a 30 euros entre los que destacan ejemplares poco habituales como los dedicados al calzado o relojes que suelen buscar coleccionistas".
El hecho de que este tipo de ferias no ofrezcan novedades no supone ningún inconveniente. Los visitantes destacan que la feria no tiene nada que ver con las librerías, cada cosa tiene su momento. Toñi Brotons, una ilicitana que ya se ha pasado por la feria, destaca que "en las ferias esta todo a la vista y no tenemos que andar preguntando, además casi todos los libros tienen el precio marcado". La inquietud por encontrar el ejemplar que se anda buscando durante años o aquellas obras que pasaron inadvertidas en la librerías son buenos motivos para el público que asiste a este tipo de evento.
No obstante, el único puesto de la feria destaca que cada vez la gente acude menos por eso dijo Alonso, "este año sólo hemos venido nosotros. Antes la gente compraba más libros y el Paseo de la Estación se llenaba de puestos, ahora prefieren no asistir".
Para los que se resistan a abandonar la costumbre, la Feria del Libro está abierta todos los días de 10 a 14 horas y de 17 a 21.30 horas.

¿Para qué sirve una Feria del Libro?

¿Para qué sirve una Feria del Libro?

Eso es lo que se pregunta Txetxu recientemente: ¿para qué sirve una Feria del Libro?

La pregunta no es que sea ni buena ni mala, es básica. Tan básica que sería el punto de partida necesario en muchos casos. Muchas ferias existen sin saber bien por qué, y mucho menos para qué. Del cómo ni hablamos. Las ferias del libro son un microcosmos en el que se muestran todos los bienes y males del sector; por ello, al igual que ocurre en las relacion en el diario en nuestro sector, la feria tendrá éxito si parte de un consenso que garantice la presencia e interese de todas las partes (libreros, editores, escritores, entidades culturales públicas o privadas). Lo difícil es llegar a ese acuerdo en un sector con insuficientes acuerdos en su vida diaria. Esto sin contar la intervención, en ciertos casos, a veces bienintencionada, de instituciones que confunden "feria" con "festival" (progamación cultural).

Siempre he pensado que las campañas de fomento de la lectura deben ser transversales, y que deben ser planteadas desde lo pequeño, lo local. Las ferias son, antes que nada, locales. Ese es su gran valor. Lo cierto, seamos positivos, es que últimamente estamos viendo resurgir algunas ferias.

Estoy de acuerdo con Txetxu que la organización del espacio, junto a la ubicación, son dos elementos clave: el libro, producto cultural bien valorado, debe ser debidamente presentado (buenas casetas, buenos espacios de actividades,...), y emplazados en el mejor sitio de la ciudad (céntrico o bien situado, bien comunicado, lugar de paseo,...). Las casetas de la Feria del Libro de Lisboa que nos mostraba ConValor son muestra de ello . Son hermosas, aprovechan el espacio, son elementos de comunicación (como dicen en Booktailors).

Y ya que estamos, dos preguntas:

  1. ¿Quién/quienes deberían generar una reflexión sobre la utilidad, modelos posibles y desarrollo de las ferias del libro en España? ¿Y en Andalucía?
  2. ¿Son posibles líneas de acción conjuntas entre distintas ferias, cercanas o lejanas geográficamente?

 

 

 

De ferias y libros según Eduardo Mendoza

La gata ’Feria’- LUIS MAGÁN

Leíamos en Babelia este artículo de Eduardo Mendoza:

No hay pregunta más absurda, ni por cierto más repetida, que la del libro que uno se llevaría a una isla desierta. Es absurda por varios conceptos. Primero, porque se basa en la hipótesis, harto endeble, de que el barco en el que uno viaja dispone de una biblioteca borgiana, y de que al producirse el naufragio uno tendrá tiempo y ganas de decidir y encontrar el libro que desea llevar consigo, y fuerzas para llegar con él a la playa sin que se moje. Salvo que sea tan pesimista que ya lo lleve en el equipaje. Esto desde el punto de vista práctico. Desde el punto de vista de la literatura, el absurdo aún es mayor, porque un solo libro no pinta nada. Es como si a un general le ordenaran presentar batalla con un solo soldado, aunque fuera el más aguerrido. Los libros, como los soldados, funcionan no ya en número, sino a mogollón. Leer significa leer mucho y sobre todo haber leído mucho y variado. Algunos libros rematadamente malos ocupan un lugar importante en la formación y el corazón de cualquier lector. Un libro es una pieza encuadrada en un género, en una literatura, en una época. Y en un circuito comercial, porque el comercio es la argamasa que mantiene unido el edificio social: la comunicación en forma sólida.

Un libro no es un juguete y la lectura no es una diversión. El que uno pueda divertirse leyendo es otro asunto

A la feria hay que ir como quien va al huerto a recoger los frutos de la tierra: algo fatigoso y primordial

Según cuenta Frédéric Barbier en su interesantísima Historia del libro (Alianza Editorial, 2005), la primera feria del libro siguió al invento de la imprenta con tanta celeridad que es posible que en esa feria hubiera un solo stand con un solo libro y un solo vendedor: Gutenberg. Lo cierto es que alrededor de Gutenberg se movía, al margen de los impresores, una constelación de personajes anónimos pero imprescindibles: los inversores, los intermediarios que adquirían y suministraban el papel y el plomo, dos artículos raros y caros en aquella época, contables, los encargados de organizar el trabajo en el taller, los agentes comerciales en busca de mercados potenciales y los distribuidores del libro, por no hablar de las autoridades civiles y eclesiásticas que vigilaban el contenido de cada libro. La feria del libro de Francfort se empezó a celebrar a mediados del siglo XV, y consta que algunos libreros alemanes la frecuentaban a partir de 1460 para ofrecer los nuevos títulos salidos de las imprentas. El primer best seller, siempre según Barbier, fueron las Crónicas de Nuremberg, de las que se hizo una edición de 1.800 ejemplares. Como se ve, la lectura requiere recogimiento, pero al libro le va la marcha.

Ahora bien, una feria no es una fiesta, sino una organización más o menos festiva del trabajo. El hecho de que a la ardua, tediosa y abominable tarea de buscar y adquirir productos necesarios o superfluos lo llamemos ir de compras y lo consideremos una forma de ocio no debe llamarnos a engaño. La economía posindustrial consiste en una producción desmedida que exige un consumo galopante incentivado por cualquier medio. Uno de los objetivos de este estímulo es crear tal mareo en el consumidor que éste prefiera comprar sin saber lo que compra a tener que sopesar, valorar y decidir en función de sus necesidades y sus posibilidades. Pero esto pertenece al terreno de la psicología, la sociología y, en último término, de la moral, así que más vale dejarlo para otro día.

Una feria, como digo, no es un parque de atracciones, aunque lo parezca. Una feria no es sitio para niños, que se cansan y se agobian, por más que haya espacios especialmente destinados a entretenerlos con actividades que a menudo les producen más angustia que placer, como pintarles la cara de colorines. Esto no quiere decir que los niños no deban acudir a las ferias, y en concreto a la feria del libro. Pero no han de ir con espíritu de juerga. En contra de lo que propugnan la pedagogía moderna y unos planes de estudio que habrían escandalizado a Darwin, un libro no es un juguete y la lectura no es una diversión. El que uno pueda divertirse leyendo, como el que un cirujano se divierta operando, es otro asunto. A la feria hay que ir como quien va al huerto a recoger los frutos de la tierra: algo fatigoso y primordial. Sólo así se le encuentra a la feria un sentido distinto del de comprar por catálogo.

El que compra un libro, si lo hace de un modo consciente y concienzudo, no sólo pone los medios para la lectura, sino para la constitución y desarrollo de su biblioteca. Lo que en la feria es profusión y bullicio, en la biblioteca ha de ser sobriedad y rigor. Una biblioteca no decora, salvo que sea la obra de un coleccionista. Los libros suelen ser chillones, diseñados para llamar la atención del pasante ocioso, y los lomos, que es lo que se ve en una biblioteca, no tienen ninguna gracia y están hechos sin criterio: las letras van de arriba abajo o de abajo arriba, a gusto de la editorial. Si se colocan por orden alfabético de autores, como se suele hacer, el resultado es un batiburrillo de colores y tamaños.

No me extiendo más, aunque podría hacerlo. Sólo quería aprovechar que es temporada de ferias del libro y empieza la de Madrid para hacer unas reflexiones encaminadas a esta conclusión: que una feria es un lugar donde se celebra el libro, al autor y al lector, un acto de hermanamiento, una oportunidad para adquirir información, formarse opiniones, entablar contactos personales; y también es un homenaje al negocio de editar. Y una ocasión para comprender que la lectura, que es la raíz de todo lo anterior, es un acto individual y colectivo, y una empresa de la máxima trascendencia vital.

Eduardo Mendoza

 

Feria del Libro de Cádiz exitosa

Feria del Libro de Cádiz exitosa

La Feria del Libro de Cádez ha terminado con notable éxito, según leíamos en guiadecádiz.com. Más de 18.000 personas han visitado el Baluarte de la Candelaria, hermoso lugar donde se realiza la preciosa feria gaditana. El incremento ha sido importante, pues el pasado año pasaron ligeramente de las siete mil visitas. En palabras del concejal de Cultura, Antonio Castilo, el éxito es consecuencia "de un esfuerzo continuado por tratar de hacer de la Feria del Libro de Cádiz una Feria actual". Enhorabuena a los libreros y editores de Cádiz.

 

Feria del Libro de Madrid

Feria del Libro de Madrid

Me gusta la Feria del Libro de Madrid, siempre me ha gustado. Sé que hay miradas críticas, mil y una opiniones (yo también las tengo, claro): que si masificada, que si magnificada, que si acalorada, que si lluviosa, que si los libreros..., que si lo editores ..., que si los piques entre autores... Pues a mi me gusta, y es buen lugar para volver a ver a algunos amigos y disfrutar de un gran número de actividades. Además, para quienes sufrimos/disfrutamos de la organización de otras ferias, sabemos que esta es LA FERIA, con mayúsculas, la "madre de todas las ferias".

Este año será del 30 de mayo al 15 de junio. Allí nos veremos.

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Ferias del Libro

Algunas Ferias del Libro próximas: 

CORDOBA: del19 al 27 de abril

GRANADA: del 18 al 27 de abril

SEVILLA: del 30 de abril al 11 de mayo

CÁDIZ: del 9 al 18 de mayo

MÁLAGA: del 30 de mayo al 8 junio

ALMERÍA (LILEC08): del 9 al 18 de mayo 

Hay Festival Alhambra

HAY FESTIVAL ALHAMBRA
del 3 al 6 de abril, en Granada:

 

Francisco Ayala, Carolyn Richmond, Fernando R. Lafuente, Juan Cruz, Emma Rodríguez, Salvador Giner, Murid Barguti y Luis Miguel Pérez Cañada, Tariq Ramadan, Ahdaf Soueif, Raja Alem, Jonathan Levi, Fred Halliday, Marianne Hens, Boris Spassky, Peter Florence, Jon Lee Anderson, Sami Mouyaben, Francesco Battistini, Paolo Calimberti, Miguel Ángel Aguilar, Almudena Grandes, Paul Preston, Elias Khoury, Jonathan Levi, Umberto Eco, Jorge Lozano, Tahir Shah, Chris Stewart, Michael Jacobs, Juan Antonio Díaz, Elias Khouri, Hoda Barakat, Mathias Enard, Gonzalo Fernández, Fadia Faqir, Enrique Morente, Pepe Habichuela, Najat El Hachmi, Mathias Enard, Radwa Ashour, José M Puerta, Menna Elfyn, Sam Clark, Claudia Roden , Alicia Ríos, Michael Jacobs, David Starkey, Menna Elfyn, Raja Alem, Murid Barguti, Luis García Montero, Daniel Rodríguez Moya, Fernando Valverde, Luis Antonio de Villena, Simon Schama, Peter Florence, Anouar Brahem (...)

 


 

 


La Revuelta Sureña, Festival Internacional de Poesía, este fin de semana.

A modo de recordatorio, aunque ya hemos hablado de ello:

Comenzó el viernes 22, termina este domingo 23. Para conocer la programación y más detalles, entra en:

I FESTIVAL INTERNACIONAL DE

PERFOPOESÍA DE SEVILLA

Cabalgata de grúas Perfopoéticas.

Dentro del programa del I Festival Internacional de Perfopoesía de Sevilla, tendrá lugar una Cabalgata de Grúas el jueves 21 de febrero a las 18 horas en la puerta del Ayuntamiento de Sevilla. 3 grúas con 3 conductores de lujo: Rafa Muñoz, (Rojo Bossar), Manuel García, (de Point de Lunettes) y Yellow Ping.

Granada: Feria del Libro y Salón del Cómic.

La Feria del Libro de Granada ya tiene fecha. Será del 18 al 27 de Abril en la explanada de la Fuente de las Batallas, lugar al parecer solicitado por los libreros. El periodismo será la temática de la feria. Nos lo contaban en Ideal.

En ese mismo mes, del 3 al 6 de abril, se desarrollará el Hay Festival. Así que los lectores granadinos tendrán una buena primavera. Ahora bien, ¿no hubiera sido preferible una coincidencia o inmediata cercanía de ambos eventos?

También hemos tenido noticia, vía Zócalo , de la celebración del Salón Internacional del Cómic de Granada del 28 de febrero al 1 de marzo.

Perfopoesía en Sevilla: La Revuelta Sureña

 


 

Más en http://festivalperfopoesiasevilla.blogspot.com/

Perfopoesía en Sevilla: Revuelta Sureña.

Perfopoesía en Sevilla: Revuelta Sureña.

Los revoltosos sureños nos informan del I Festival Internacional de Perfopoesía de Sevilla (21 al 24 de febrero de 2008). Así se definen:

"La poesía está viva y ha cambiado de bando. Ya no es la gorda, aburrida y putrefacta señora que todos conocíamos. Se trata de la nueva sangre que inunda escenarios de todo el panorama español con nuevas propuestas donde se dan la mano la poesía y la performance. Es la madriguera desde la que está surgiendo la inevitable Revuelta Sureña".

Te invitamos a visitar su web, consultar programa y, de camino, entender... ¡¿qué diablos es esto de la Perfopoesía?

 

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Semana del Libro Islámico

Se está celebrando durante esta semana en la Biblioteca Pública Infanta Elena, con exposición y actividades. Nos lo contaban Alejandro Luque en El Correo de Andalucía , y Braulio Ortiz en Diario de Sevilla.

8º Encuentro del Cómic y la Ilustración de Sevilla

8º Encuentro del Cómic y la Ilustración de Sevilla

El Encuentro se desarrolla en Casa de la Provincia. Paralelamente se realizan actividades en diversas salas de la ciudad. También tendrán lugar visitas concertadas de escolares, talleres, actividades de juegos y videojuegos, proyecciones y música.

Información General

  • Encuentro del Cómic: 23 al 25 de noviembre Casa de la Provincia (Pza del Triunfo).
  • Exposición Fernando Vicente Literatura Ilustrada, Sala de la Provincia, Casa de la Provincia del 23 de noviembre al de 20 enero.
  • Exposición Miguel Brieva Sobras Maestras, Sala Imagen, del 9 de noviembre al 9 de diciembre.
  • Exposición La Guerra en Viñetas: El conflicto en el Cómic, Fundación Tres Culturas, del 15 de noviembre al 9 de diciembre.
  • Exposición de Ganadores certamen Arte y Creación Joven Cómic 2006, Casa la Provincia, Del 23 al 30 de noviembre.

-Autores Invitados:

  • Fernando Vicente
  • Max
  • Carlos Pacheco
  • Miguel Brieva
  • Brian Hitch
  • Eduardo Alpuente
  • Sebas Martín
  • Jesús Moreno
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